O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais
Renováveis (IBAMA) de Barretos interditou as carvoarias que funcionavam
em situação irregular no setor Industrial II de Novo Progresso, próximo à
estrada da Prainha. A Operação realizada no último dia 12/04, embargou
os fornos de carvão, lavrou autos de infração e aplicou multas.
O Secretário Municipal de Meio Ambiente, Manoel Malinski, afirma que as carvoarias não tinham licença ambiental para funcionar,
porém o IBAMA só realizou a fiscalização após uma denúncia, motivada
por uma briga de vizinho por causa de uma divisa de terreno. A falta de
licença traz riscos, pois não há controle sobre a produção do carvão.
“Quando não há licença, não é possível saber qual a destinação dos
resíduos produzidos pelo forno. Também há riscos de poluição, pois não
há nenhum tipo de controle. Porém o IBAMA não está focado no setor
carvoeiro, eles estão no município para combater desmatamento, a
denúncia causou a ação.” disse Malinski.
Os carvoeiros que procuraram a Secretaria de Meio Ambiente da prefeitura receberam assessoria para conseguir livrar-se das multas, depois que ficou comprovado que a renda do carvão para aquelas pessoas eram cruciais para sua subsistência e que a madeira utilizada era de aproveitamento de serrarias e não eram oriundos de desmatamento. Mesmo assim a atividade carvoeira no município ficou embargada, agora a única solução é procurar legalização para desembargar a atividade e conseguir licença ambiental.
Segundo Manoel Malisnki, outro problema da falta de licença é ausência de critérios para a instalação dos fornos. “Encontramos carvoarias em Novo Progresso, mesmo sendo no setor industrial é próximo a residências e estão atrapalhando. O risco ali é grande”, diz. “Para conceder o desembargo e futuro licenciamento, a SEMA vai analisar todos os impactos possíveis e o que diz a lei sobre o assunto.” Além do embargo dos fornos, o IBAMA apreendeu a produção com dezenas de sacos de carvão que deixaram os carvoeiros como fiéis depositários.
Além do Secretário de Meio Ambiente Manoel Malisnki, os vereadores na sessão de terça-feira, 16/04 demonstraram grande preocupação com a situação dos carvoeiros e colocaram-se a disposição do SEMA, para fazerem o que for preciso para solucionar a questão.
Por Édio Rosa
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| Imagem ilustrativa de fiscalização do IBAMA e carvoarias |
Os carvoeiros que procuraram a Secretaria de Meio Ambiente da prefeitura receberam assessoria para conseguir livrar-se das multas, depois que ficou comprovado que a renda do carvão para aquelas pessoas eram cruciais para sua subsistência e que a madeira utilizada era de aproveitamento de serrarias e não eram oriundos de desmatamento. Mesmo assim a atividade carvoeira no município ficou embargada, agora a única solução é procurar legalização para desembargar a atividade e conseguir licença ambiental.
Segundo Manoel Malisnki, outro problema da falta de licença é ausência de critérios para a instalação dos fornos. “Encontramos carvoarias em Novo Progresso, mesmo sendo no setor industrial é próximo a residências e estão atrapalhando. O risco ali é grande”, diz. “Para conceder o desembargo e futuro licenciamento, a SEMA vai analisar todos os impactos possíveis e o que diz a lei sobre o assunto.” Além do embargo dos fornos, o IBAMA apreendeu a produção com dezenas de sacos de carvão que deixaram os carvoeiros como fiéis depositários.
Além do Secretário de Meio Ambiente Manoel Malisnki, os vereadores na sessão de terça-feira, 16/04 demonstraram grande preocupação com a situação dos carvoeiros e colocaram-se a disposição do SEMA, para fazerem o que for preciso para solucionar a questão.
Por Édio Rosa

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