Eu e o Danilo saímos muito felizes, e fomos à conquista do banco, não lutamos tanto, pois era apenas a nossa sala que foi dispensada, então não tinha muita gente para as disputas dos bancos; (quem chegar primeiro conquista o banco). Como ainda estava de manhã, e tinha chovido a noite toda, ainda estava um friozinho; então ficamos lá curtindo os ventos frios e as brisas que eram constantes.
Observando as pessoas, um lado era as meninas dançando, e do outro uns moleques “abestados” querendo chamar atenção das meninas, sendo idiotas; mas com a brisa batendo, nem se importávamos, mas quando de repente, lá na ponta da estrada, vem ele, andando todo no estilo caubói, o “finado” Michael, ele nos avista e com seu bordão fala:
- “DIAANGA”.
Um bordão usado por poucos. As horas passando, a brisa ainda batendo, e nós lá, conversando, e o Michael vai embora, então passa um amigo dele e fala pra ele subi na carroceria, mas como o carro estava sendo puxando por outro, ele não poderia para, e ele foi correndo, tentou pular e não conseguiu, quase caiu, mas com seu extinto de caubói, não desistiu, ele então conseguiu subir no carro, e um ralado ele conseguiu também.
Olhamos no relógio e vimos que era quase 11 horas, ficamos espantados, pois ficamos sentados mais de 3 horas, nem percebemos, pois aquela brisa estava boa de mais pra se preocupar ir pra casa. Esperamos o dar às 11 horas e esperamos o Elison e o Gustavo, pra comer aquele pão-de-queijo, mas infelizmente ninguém tinha dinheiro. Mas isso não nos desanimou, pois pão-de-queijo tem todos os dias.
Cronista: Pedro Henrique SiqueiraAs crônicas de Pedro Henrique
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